domingo, 8 de maio de 2011

E voltamos ao dia das mães.



Como posso todo ano pensar em alguma coisa nova pra te dizer, se seu amor se repete sempre? 
Quando estou feliz, muitas vezes te esqueço, só me lembrando de comentar minhas conquistas e de receber os seus aplausos, que aliás, tanto me injustiçam se não vem na hora que eu quero; mas quando estou triste, você é a quem procuro primeiro, sabendo que se não houver consolo no seu colo, no de ninguém mais haverá.
Quantas vezes te critico, exigindo coisas tão pequenas para satisfazer a minha comodidade e arrogância, esquecendo meu carinho e  sempre ansiando por atenção?
É com você que eu discuto e para quem peço conselhos, mas para quem reclamo sempre de não me deixar fazer as  coisas do meu jeito.
Mãe, pra você é que eu guardo o meu maior abraço e a maior ternura, porque no final mãe, você é o retrato do amor.
Que eu consiga ser pro meu filho, uma gota do que você é pra mim, e que um dia eu te diga isso.
Por favor, não ache que eu não sei do seu valor, porque meu amor existe mesmo no meu silêncio e na minha incompetência expressiva, mas na intensidade dele estampado em um letreiro.
Hoje não foi o melhor dia das mães que eu poderia te dar, porque pode ser que eu seja boa como mãe, mas ainda tenho um caminho muito longo como filha. Mas que seja mais um dia que passou com você ainda me segurando a mão.





http://www.youtube.com/watch?v=VMCTpQYqDLI&feature=related